Sem saber o porquê a gaivota voou,
no vazio do espaço no ventre do ar,
foi em busca do sol ou quem sabe do mar,
não se sabe por que ela pôs-se a voar.
pela estrada do céu, sorridente luar,
enfeitou-se de estrelas, pra vê-la passar,
tantas cores pintadas, luzes coloridas,
foi-se então madrugada, para o dia raiar
nasceu na canção, e se fez melodia,
floriu na razão e se pôs a voar,
no sopro do vento tal qual ventania,
livre ousadia brincou de cantar.
gaivota menina, tu és colombina,
sem dono, sem sina, alegria me trás
teu brilho reluz no pingar da neblina,
teu vôo seduz e me enche de paz.
Max Denarde
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