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sábado, 20 de março de 2010
MISERICORDIA
Novamente estou saindo, de outro terremoto,
Aquele aguaceiro danado, em meio a trovoadas,
Ansiedade, carências, destemperos,
Tudo em forma de emboscada.
Não é certo, ainda sinto as fisgadas no meu peito,
Mas confesso não tem jeito, isso é parte da receita,
Que cura a mão esquerda, mas entorta a direita.
Coisa rara é ver sentido em promessas rotineiras,
Tudo é doce nos ouvidos pra quem sofre de cegueira,
Infelizmente o coração é cego, nasce assim de bobeira.
Vai no tato aprendendo a brincar a brincadeira.
To voltando a vida ativa, to deixando o ostracismo,
Estou revigorado, bem mais forte e otimista,
Aprendi que não tem jeito, o negocio é ir andando,
Esfolando, esquivando, mas continuar navegando.
Tenho as dores do passado, como chagas pra lembrar,
Mas também o lenitivo para os males acalmar,
Vou seguir essa jornada, outra estrada, outro mar,
Navegar é ir pra frente, pra conseguir se encontrar,
Não há mar que eu não dome, e nem mal sem uma cura,
Tudo está na coragem e na decisão madura,
Sentir é um verbo indiscreto, complexo, sem moldura,
Mas sem ele não há destino, nem uma rota é segura.
Max Denarde
Aquele aguaceiro danado, em meio a trovoadas,
Ansiedade, carências, destemperos,
Tudo em forma de emboscada.
Não é certo, ainda sinto as fisgadas no meu peito,
Mas confesso não tem jeito, isso é parte da receita,
Que cura a mão esquerda, mas entorta a direita.
Coisa rara é ver sentido em promessas rotineiras,
Tudo é doce nos ouvidos pra quem sofre de cegueira,
Infelizmente o coração é cego, nasce assim de bobeira.
Vai no tato aprendendo a brincar a brincadeira.
To voltando a vida ativa, to deixando o ostracismo,
Estou revigorado, bem mais forte e otimista,
Aprendi que não tem jeito, o negocio é ir andando,
Esfolando, esquivando, mas continuar navegando.
Tenho as dores do passado, como chagas pra lembrar,
Mas também o lenitivo para os males acalmar,
Vou seguir essa jornada, outra estrada, outro mar,
Navegar é ir pra frente, pra conseguir se encontrar,
Não há mar que eu não dome, e nem mal sem uma cura,
Tudo está na coragem e na decisão madura,
Sentir é um verbo indiscreto, complexo, sem moldura,
Mas sem ele não há destino, nem uma rota é segura.
Max Denarde
sexta-feira, 19 de março de 2010
BÁSICO
Sinto a tua ausência,
esse vazio todo cheio de saudade,
uma vontade de apagar dos meus sentidos..
mas reconheço, ainda ouço teus gemidos.
Onde morrer esse sentir tão tormentoso?
como matar essa ausência sufocante?
e me invado e te expulso e me socorro,
e você volta de repente, tão presente.
Queria eu poder rasgar essa saudade,
mas não sei onde tu habitas ou te escondes,
me desnudei, te procurei, perdi a calma,
lavei a alma, até gritei, mas não respondes.
Este poder que se rebela sobre mim
e nada estanca esta ferida latejante.
porque me nego, renegado de você
e me consumo em tristeza sufocante.
Como ser grade em minha própria prisão,
me socorrer é te manter em compaixão.
não vejo fim, nem recomeço na ilusão,
e me conforto e me conformo na razão.
Às vezes sóbrio eu te nego em comunhão,
mas logo bebo e me embriago de paixão,
então me calo, dilacero o coração,
e descompasso, nem me acho, solidão.
Como querer e não querer te encontrar
te ver sem ver já é difícil suportar,
dois hemisférios, e uma grande compulsão,
dois indivíduos em tremenda confusão.
Max Denarde
esse vazio todo cheio de saudade,
uma vontade de apagar dos meus sentidos..
mas reconheço, ainda ouço teus gemidos.
Onde morrer esse sentir tão tormentoso?
como matar essa ausência sufocante?
e me invado e te expulso e me socorro,
e você volta de repente, tão presente.
Queria eu poder rasgar essa saudade,
mas não sei onde tu habitas ou te escondes,
me desnudei, te procurei, perdi a calma,
lavei a alma, até gritei, mas não respondes.
Este poder que se rebela sobre mim
e nada estanca esta ferida latejante.
porque me nego, renegado de você
e me consumo em tristeza sufocante.
Como ser grade em minha própria prisão,
me socorrer é te manter em compaixão.
não vejo fim, nem recomeço na ilusão,
e me conforto e me conformo na razão.
Às vezes sóbrio eu te nego em comunhão,
mas logo bebo e me embriago de paixão,
então me calo, dilacero o coração,
e descompasso, nem me acho, solidão.
Como querer e não querer te encontrar
te ver sem ver já é difícil suportar,
dois hemisférios, e uma grande compulsão,
dois indivíduos em tremenda confusão.
Max Denarde
quinta-feira, 18 de março de 2010
quarta-feira, 17 de março de 2010
O VIOLÃO
Ser músico é uma benção de Deus,
ser compositor então, é uma responsabilidade divina,
nascer com o dom da arte é como poder ver o paraíso
estando só separado pelo corpo físico.
quando o desequilíbrio emocional me invade,
ali esta o violão para expulsa-lo,
quando estou só, ele sempre se faz presente.
quando a emoção soluça, o violão me acalanta
quando quero ser livre ele me liberta,
quando quero sonhar ele me acompanha,
quando quero relembrar, ele é saudade,
ser musico é uma arte, ser arte é ser livre,
ser livre é estar de bem com a música,
com o sonho, com a felicidade,
com a vida e consigo mesmo.
Max Denarde
ser compositor então, é uma responsabilidade divina,
nascer com o dom da arte é como poder ver o paraíso
estando só separado pelo corpo físico.
quando o desequilíbrio emocional me invade,
ali esta o violão para expulsa-lo,
quando estou só, ele sempre se faz presente.
quando a emoção soluça, o violão me acalanta
quando quero ser livre ele me liberta,
quando quero sonhar ele me acompanha,
quando quero relembrar, ele é saudade,
ser musico é uma arte, ser arte é ser livre,
ser livre é estar de bem com a música,
com o sonho, com a felicidade,
com a vida e consigo mesmo.
Max Denarde
SAUDADE

SAUDADE
Que bem faz a Saudade,
que me invade em atropelo,
tumultua meu silêncio,
sem cuidado nem zelo.
Que forças têm essas lembranças,
que cruzam a linha do tempo,
abalando a calmaria,
alimentando a esperança.
Já se foram muitos anos,
depois do ultimo carinho,
mas ainda te ouço calado,
às vezes choro sozinho.
Me fecho em desespero,
tranco portas e janelas,
trago o peito sufocado,
assim mesmo penso nela.
Dizem que o tempo e a distância,
são os remédios pra alma,
a solução do dilema,
que aflige nossa calma.
Mas que dimensão tem o tempo,
no sentido da Saudade,
qual é o espaço preciso,
pra atenuar a verdade.
Cansado com esse conflito,
sem nexo, lógica ou certeza,
eu mato a Saudade no peito
acabo com essa moleza.
Mas logo, mais tarde ela volta,
qual namorada faceira,
zombando dos meus desatinos,
não respeitando porteiras.
Saudade é um aperto no peito,
da partida até a volta,
mas como entender a saudade,
que se vai e não tem volta.
Max Denarde
terça-feira, 16 de março de 2010
O POETA
Ser um sol, não resta duvida,
um mar eu recomendo,
voar é para os pássaros,
que passeiam pelo vento.
Queria ver a lua,
nos braços de quem ama,
feliz como uma rosa,
na poesia cigana.
Nos versos destemidos,
verdades de um poeta,
olhar umedecido,
sentido que desperta.
No amor é como a flor,
que linda se faz beleza,
o poeta que nos diga,
a sensação da natureza.
Esse universo interior,
onde se criam receitas,
onde tudo se transforma,
cada dia é uma eleita.
Esses olhos cor de mel,
ou castanhos sentimentos,
esse azul da maresia,
quase um sol de encantamento.
O poeta vê o externo,
com o interno de sua alma,
troca cores vê sentidos
pra harmonizar sua calma.
Faz do vento um redemoinho,
para criar em sua beleza,
mas também faz precipícios,
pra realçar sua tristeza.
O poeta é um pintor,
que com palavras benditas,
cria imagens pitorescas,
pra realçar o sentido da vida.
Max Denarde
um mar eu recomendo,
voar é para os pássaros,
que passeiam pelo vento.
Queria ver a lua,
nos braços de quem ama,
feliz como uma rosa,
na poesia cigana.
Nos versos destemidos,
verdades de um poeta,
olhar umedecido,
sentido que desperta.
No amor é como a flor,
que linda se faz beleza,
o poeta que nos diga,
a sensação da natureza.
Esse universo interior,
onde se criam receitas,
onde tudo se transforma,
cada dia é uma eleita.
Esses olhos cor de mel,
ou castanhos sentimentos,
esse azul da maresia,
quase um sol de encantamento.
O poeta vê o externo,
com o interno de sua alma,
troca cores vê sentidos
pra harmonizar sua calma.
Faz do vento um redemoinho,
para criar em sua beleza,
mas também faz precipícios,
pra realçar sua tristeza.
O poeta é um pintor,
que com palavras benditas,
cria imagens pitorescas,
pra realçar o sentido da vida.
Max Denarde
domingo, 14 de março de 2010
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