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quinta-feira, 21 de novembro de 2013
segunda-feira, 19 de agosto de 2013
domingo, 18 de agosto de 2013
sábado, 17 de agosto de 2013
quinta-feira, 15 de agosto de 2013
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
APRESENTAÇÃO INTER REGIONAL ENART - ESTEIO
terça-feira, 13 de agosto de 2013
sábado, 10 de agosto de 2013
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
domingo, 4 de agosto de 2013
sábado, 3 de agosto de 2013
quinta-feira, 25 de julho de 2013
segunda-feira, 22 de julho de 2013
quinta-feira, 18 de julho de 2013
segunda-feira, 8 de julho de 2013
quinta-feira, 30 de maio de 2013
LIMITES
LIMITES
Ontem estava pensando em coisas que permitem analisar os nossos limites. Em nosso dia-a-dia, assim como em nossa vida, encontramos pessoas com riqueza de conteúdo, prontos para o sucesso, no entanto parecem que não conseguem engrenar ou andar mais alem, porem outras pessoas fazem conquistas difíceis, crescem com facilidade, e continuam sempre querendo mais.
Porque existem essas diferenças entre um e o outro? Será que o merecimento faz alguma diferença? Será que é sorte de um e azar do outro, ou um está mais preparado que o outro? Mas vejo que nem sempre essas afirmativas estão em concordância.
Imaginei que pra chegar a algum lugar eu tenho que ir até ele, pois ele nunca virá até mim. Então pensei, pra chegar a algum lugar primeiro tenho que percorrer a distancia, para percorrer esta distancia vou ter que utilizar meios apropriados, acontece que pra utilizar esses meios apropriados, preciso obter recursos, pra obter esses recursos, tenho que trabalhar mais.
Muitos de nós fazem esses cálculos, ou exercício de pensamento. Acontece que imaginei esses cálculos como sendo obstáculos que teremos que transpor ou vencer e que para vencê-los teremos que fazer um esforço maior do que o habitual; Bem só de pensar no que terei que fazer, melhor é pensar em outra coisa mais agradável e fácil, um dia eu chego lá.
Todo esse processo mental é cansativo, e é o que faz a diferença, algumas pessoas fazem disso o seu limite, outras nem se preocupam com isso. O limite de nossas conquistas somos nós que estipulamos, enquanto uns se cansam em fazer programação, outros se divertem em conquistá-las.
Daí penso, certas coisas fazem sentido, por exemplo: Sinto prazer em comer um bom churrasco, tanto prazer que nem me preocupo o quanto pago por ele, assim como ir a um teatro ou cinema, comprar uma roupa que desejo, isso é quase automático, e não fico pensando no que tive que fazer para conquistar ou satisfazer esses desejos, e tudo isso porque me dá prazer.
Então chego a uma conclusão, nosso limite está aonde existe prazer. Mas como entender as diferenças se todos nos sentimos prazer nas coisas boas. Nesse momento me veio uma lembrança antiga, lá da minha infância; Eu gostava de uma menina, mas ela era de uma família de nível econômico bem mais elevado do que da minha família, e meu Pai me dizia, deixa disso guri, porque você nunca vai ter chance, (expliquei com palavras leves, porque não foram bem essas as palavras), mas aquele sentimento e desejo era uma coisa boa e eu acabei registrando como NÃO PERMITIDO, no decorrer do tempo muitos destes registros são plantados no nosso inconsciente.
Fico pensando, existem os PRAZERES PERMITIDOS e os que a gente NÃO SE PERMITE.
Agora sim começo a entender os limites, até onde a gente se permite ter prazer é o limite de cada um, mas não fico muito seguro disso porque sempre soube que os vencedores são pessoas de coragem, destemidos, audaciosos, sem medo. Puxa, como sou complicado, bem até ai eu fui, o resto do caminho percorram vocês, porque eu vou pra um ANALISTA.
Max Denarde
CD DE DIEGO GADENZ
Neste CD com 13 músicas, 6 músicas são de minha autoria, duas delas estão abaixo, MINHA TERRA e SAMBA NO CÉU.
MINHA TERRA
Compus esta música sem muita pretensão em homenagem à cidade de Porto Alegre, RS, e enviei para o Diego Gadenz, nunca pensei que ele fosse gravá-la, ela esta incluída em seu CD, foi uma grande surpresa, os arranjos ficaram lindos.
quinta-feira, 4 de abril de 2013
SEGUNDO TEMPO
SEGUNDO TEMPO
Estou com 55 anos, daqui pra frente começo a pensar mais no final da vida, engraçado, quando se tem 20 anos, a gente pensa no que quer ser, aos 55 anos pensamos o que fazer. Descobrimos alguns atalhos, dominamos melhor nossa ansiedade, sabemos o que é melhor para nós, já definimos o que não gostamos, conquistamos a maioria dos desejos, nos perdoamos com mais facilidade, nos iludimos menos..., enfim ocupamos muitos espaços, acho que por isso somos mais chatos ou exigentes. Às vezes bate a saudade de lugares e pessoas, analisamos nossa participação no meio em que vivemos e como poderíamos ter feito melhor, mas o maior espaço de nosso pensamento é dedicado ao tempo que nos resta, claro que o trabalho ocupa nosso tempo, mas esse não é mais nossa preocupação maior, buscamos mais qualidade de vida, a felicidade não é mais uma busca necessária, pois sabemos que ela está em nossos momentos, à conquista faz parte de nossas metas, as reclamações se diluem com atenção a nossos procedimentos, por fim descobrimos que vivemos nossas conquistas materiais e emocionais, mas estamos em um corpo impróprio para goza-las, o tempo é sábio e trapaceiro.
Continuamos seguindo nossa estrada, não tem outro jeito, alguns tentam ser mais espertos que o tempo, gastão fortunas com reparações físicas, regimes, esforços físicos para manter a saúde, receitas fantásticas, drogas, e acabam morrendo ao atravessar a rua, outros nem se preocupam com nada disso, mas vivem reclamando da vida e da sorte, se julgam infelizes, uns envelhecem, mas não crescem e vivem o gosto de estarem fora do seu tempo, e tem o mais chato, o materialista, aquele que viveu a vida acumulando dinheiro e se acha cheio de sabedoria, mas sofre porque é sozinho, ninguém o ama ou respeita, só o teme; Outro tipo de ser humano é aquele que é um letrado em vida, muitas experiências, cheio de sabedoria, adora dar conselhos, conhece como ninguém os atalhos e as respostas, mas sua vida é um caos, cheia de indefinições, olha demais para os outros por medo de olhar para si.
Mas deixemos estes temas para os analistas, psicólogos e psiquiatras, o fato é que algumas pessoas conseguem ser corajosas; outras não, mudanças nesta idade são bem difíceis porque cada um constrói a sua verdade através da vivência, e as escolhas são complicadas.
Um fato interessante é que as pessoas nos julgam por diversos ângulos e não se dão conta que suas frustrações estão embasadas nestas mesmas situações, e o ridículo é que muitas vezes entramos em suas sintonias e concordamos, deixando de ser o que somos para sermos o que querem ou esperam de nós, maldade ou incompetência. Continua na próxima semana.
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