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sábado, 25 de dezembro de 2010
domingo, 5 de dezembro de 2010
terça-feira, 2 de novembro de 2010
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
sexta-feira, 23 de julho de 2010
VIVER A VIDA
O inevitável da questão é que em nossa vida
tudo sempre acontece.
o sol, o mar, o sorriso, a chuva,
inclusive aquilo que queremos e que não vemos.
basta dar mais atenção ao que ocorre em nossa volta,
os sinais de nossa alegria habitam em todos os lugares.
vê-los, às vezes parece difícil, porque ficamos olhando
só pra dentro de nossas necessidades.
lá fora a chuva que cai, sacia a sede da terra,
o sol que brilha, aquece nossos corações,
o vento que sopra, trás a fragrância da esperança,
sinta-se livre como os pássaros, linda como uma flor,
verde como os campos, forte como um raio.
Isso alimenta a sabedoria de vida.
Max Denarde
tudo sempre acontece.
o sol, o mar, o sorriso, a chuva,
inclusive aquilo que queremos e que não vemos.
basta dar mais atenção ao que ocorre em nossa volta,
os sinais de nossa alegria habitam em todos os lugares.
vê-los, às vezes parece difícil, porque ficamos olhando
só pra dentro de nossas necessidades.
lá fora a chuva que cai, sacia a sede da terra,
o sol que brilha, aquece nossos corações,
o vento que sopra, trás a fragrância da esperança,
sinta-se livre como os pássaros, linda como uma flor,
verde como os campos, forte como um raio.
Isso alimenta a sabedoria de vida.
Max Denarde
domingo, 11 de julho de 2010
LIMITES
Ontem estava pensando em coisas que permitem analisar os nossos limites. Em nosso dia-a-dia, assim como em nossa vida, encontramos pessoas com riqueza de conteúdo, prontos para o sucesso, no entanto parecem que não conseguem engrenar ou andar mais alem, porem outras pessoas fazem conquistas difíceis, crescem com facilidade, e continuam sempre querendo mais.
Porque existem essas diferenças entre um e o outro? Será que o merecimento faz alguma diferença? Será que é sorte de um e azar do outro, ou um está mais preparado que o outro? Mas vejo que nem sempre essas afirmativas estão em concordância.
Imaginei que pra chegar a algum lugar eu tenho que ir até ele, pois ele nunca virá até mim. Então pensei, pra chegar a algum lugar primeiro tenho que percorrer a distancia, para percorrer esta distancia vou ter que utilizar meios apropriados, acontece que pra utilizar esses meios apropriados, preciso obter recursos, pra obter esses recursos, tenho que trabalhar mais.
Muitos de nós fazem esses cálculos, ou exercício de pensamento. Acontece que imaginei esses cálculos como sendo obstáculos que teremos que transpor ou vencer e que para vencê-los teremos que fazer um esforço maior do que o habitual; Bem só de pensar no que terei que fazer, melhor é pensar em outra coisa mais agradável e fácil, um dia eu chego lá.
Todo esse processo mental é cansativo, e é o que faz a diferença, algumas pessoas fazem disso o seu limite, outras nem se preocupam com isso. O limite de nossas conquistas somos nós que estipulamos, enquanto uns se cansam em fazer programação, outros se divertem em conquistá-las.
Daí penso, certas coisas fazem sentido, por exemplo: Sinto prazer em comer um bom churrasco, tanto prazer que nem me preocupo o quanto pago por ele, assim como ir a um teatro ou cinema, comprar uma roupa que desejo, isso é quase automático, e não fico pensando no que tive que fazer para conquistar ou satisfazer esses desejos, e tudo isso porque me dá prazer.
Então chego a uma conclusão, nosso limite está aonde existe prazer. Mas como entender as diferenças se todos nos sentimos prazer nas coisas boas. Nesse momento me veio uma lembrança antiga, lá da minha infância; Eu gostava de uma menina, mas ela era de uma família de nível econômico bem mais elevado do que da minha família, e meu Pai me dizia, deixa disso guri, porque você nunca vai ter chance, (expliquei com palavras leves, porque não foram bem essas as palavras), mas aquele sentimento e desejo era uma coisa boa e eu acabei registrando como NÃO PERMITIDO, no decorrer do tempo muitos destes registros são plantados no nosso consciente..
Fico pensando, existem os PRAZERES PERMITIDOS e os que a gente NÃO SE PERMITE.
Agora sim começo a entender os limites, até onde a gente se permite ter prazer é o limite de cada um, mas não fico muito seguro disso porque sempre soube que os vencedores são pessoas de coragem, destemidos, audaciosos, sem medo. Puxa, como sou complicado, bem até ai eu fui, o resto do caminho percorram vocês, porque eu vou pra um ANALISTA.
Max Denarde
Porque existem essas diferenças entre um e o outro? Será que o merecimento faz alguma diferença? Será que é sorte de um e azar do outro, ou um está mais preparado que o outro? Mas vejo que nem sempre essas afirmativas estão em concordância.
Imaginei que pra chegar a algum lugar eu tenho que ir até ele, pois ele nunca virá até mim. Então pensei, pra chegar a algum lugar primeiro tenho que percorrer a distancia, para percorrer esta distancia vou ter que utilizar meios apropriados, acontece que pra utilizar esses meios apropriados, preciso obter recursos, pra obter esses recursos, tenho que trabalhar mais.
Muitos de nós fazem esses cálculos, ou exercício de pensamento. Acontece que imaginei esses cálculos como sendo obstáculos que teremos que transpor ou vencer e que para vencê-los teremos que fazer um esforço maior do que o habitual; Bem só de pensar no que terei que fazer, melhor é pensar em outra coisa mais agradável e fácil, um dia eu chego lá.
Todo esse processo mental é cansativo, e é o que faz a diferença, algumas pessoas fazem disso o seu limite, outras nem se preocupam com isso. O limite de nossas conquistas somos nós que estipulamos, enquanto uns se cansam em fazer programação, outros se divertem em conquistá-las.
Daí penso, certas coisas fazem sentido, por exemplo: Sinto prazer em comer um bom churrasco, tanto prazer que nem me preocupo o quanto pago por ele, assim como ir a um teatro ou cinema, comprar uma roupa que desejo, isso é quase automático, e não fico pensando no que tive que fazer para conquistar ou satisfazer esses desejos, e tudo isso porque me dá prazer.
Então chego a uma conclusão, nosso limite está aonde existe prazer. Mas como entender as diferenças se todos nos sentimos prazer nas coisas boas. Nesse momento me veio uma lembrança antiga, lá da minha infância; Eu gostava de uma menina, mas ela era de uma família de nível econômico bem mais elevado do que da minha família, e meu Pai me dizia, deixa disso guri, porque você nunca vai ter chance, (expliquei com palavras leves, porque não foram bem essas as palavras), mas aquele sentimento e desejo era uma coisa boa e eu acabei registrando como NÃO PERMITIDO, no decorrer do tempo muitos destes registros são plantados no nosso consciente..
Fico pensando, existem os PRAZERES PERMITIDOS e os que a gente NÃO SE PERMITE.
Agora sim começo a entender os limites, até onde a gente se permite ter prazer é o limite de cada um, mas não fico muito seguro disso porque sempre soube que os vencedores são pessoas de coragem, destemidos, audaciosos, sem medo. Puxa, como sou complicado, bem até ai eu fui, o resto do caminho percorram vocês, porque eu vou pra um ANALISTA.
Max Denarde
terça-feira, 29 de junho de 2010
O QUE SOU
Bem mais do que muitos, por um longo tempo
fizeram-me crer, que o que escrevia não era bonito,
que meus versos eram rimados e em compassos,
fizeram-me acreditar que escrever diferente é que é bonito,
mas nunca consegui escrevere diferente o que sinto.
No decorrer do tempo, entre autocríticas e comparações,
eu me sentia perdido entre como escrevo e escrever mais bonito.
Certo dia, encontrei entre papeis amassados,
um pequeno poema que escrevi, e achei tão parecido comigo.
A emoção de ler aquele pedaço de papel era tão real
quanto ao momento de ter escrito.
Então entendi que o belo ou bonito a gente escreve para nós mesmos,
que só nós sabemos e sentimos a emoção daquele momento,
e que com o tempo, se transforma num baú onde guardamos
nosso maior tesouro, nossas lembranças e nossos feitos.
Escrever para os outros é tentar invadir emoções alheias,
escrever bonito é uma vaidade caprichosa
cheias de cifras e termos rabiscados.
Mas o que importa é a nossa emoção, muitos sentem o mesmo,
não importa se um punhado de outros não sentem.
Afinal, escrever é como plasmar uma foto emocional
com nossas palavras, nossos termos simples e verdadeiros.
É como pintar um quadro com nossa emoção, como sabemos,
do nosso jeito, com a nossa própria impressão emocional.
Max Denarde
fizeram-me crer, que o que escrevia não era bonito,
que meus versos eram rimados e em compassos,
fizeram-me acreditar que escrever diferente é que é bonito,
mas nunca consegui escrevere diferente o que sinto.
No decorrer do tempo, entre autocríticas e comparações,
eu me sentia perdido entre como escrevo e escrever mais bonito.
Certo dia, encontrei entre papeis amassados,
um pequeno poema que escrevi, e achei tão parecido comigo.
A emoção de ler aquele pedaço de papel era tão real
quanto ao momento de ter escrito.
Então entendi que o belo ou bonito a gente escreve para nós mesmos,
que só nós sabemos e sentimos a emoção daquele momento,
e que com o tempo, se transforma num baú onde guardamos
nosso maior tesouro, nossas lembranças e nossos feitos.
Escrever para os outros é tentar invadir emoções alheias,
escrever bonito é uma vaidade caprichosa
cheias de cifras e termos rabiscados.
Mas o que importa é a nossa emoção, muitos sentem o mesmo,
não importa se um punhado de outros não sentem.
Afinal, escrever é como plasmar uma foto emocional
com nossas palavras, nossos termos simples e verdadeiros.
É como pintar um quadro com nossa emoção, como sabemos,
do nosso jeito, com a nossa própria impressão emocional.
Max Denarde
segunda-feira, 28 de junho de 2010
SAMBA NO CÉU
Dentro dos meus olhos
um mar de poesia,
um sol que me valeu
beber nesse olhar,
e me embriagar de amor.
Sonhei, que estava no céu
tocando pros anjos,
um samba de amor e saudade,
e tinha a certeza lá no céu
da felicidade.
Tocava com destreza e harmonia,
Cantava pras estrelas que eu via,
São Pedro me falou
que o samba lá no céu
é puro amor.
Eu vi estrelas do mar,
cometas brilhando, dançando,
meu samba, cantando,
havia uma grande exaltação
de crianças brincando.
Eu que era todo alegria,
a lua colombina que luzia,
São Pedro decretou
que o samba lá no céu
é sonhador.
Max Denarde
um mar de poesia,
um sol que me valeu
beber nesse olhar,
e me embriagar de amor.
Sonhei, que estava no céu
tocando pros anjos,
um samba de amor e saudade,
e tinha a certeza lá no céu
da felicidade.
Tocava com destreza e harmonia,
Cantava pras estrelas que eu via,
São Pedro me falou
que o samba lá no céu
é puro amor.
Eu vi estrelas do mar,
cometas brilhando, dançando,
meu samba, cantando,
havia uma grande exaltação
de crianças brincando.
Eu que era todo alegria,
a lua colombina que luzia,
São Pedro decretou
que o samba lá no céu
é sonhador.
Max Denarde
MULHER
Mulher, mulher, dona dessa paixão.
me tome em teus braços,
no teu coração, me dê o céu,
seja minha canção.
O amor é a razão de viver,
o amor é bem mais que sonhar,
é o cheiro que enlouquece,
é o gosto de mel na boca
é a vida sorrindo e cantando
na luz do luar.
É a poesia, escrita no peito,
é o meu coração, ao som da canção,
querendo te amar.
Mulher, mulher, doce paixão no ar,
caminho indizível na minha emoção,
onde estiver, esta no meu coração.
Ter você é meu sonho de paz,
é meu ninho de amor e muito mais
você me traduz o certo, me dá o carinho em verso,
é a rima perfeita do amor no meu cantar.
Max Denarde
me tome em teus braços,
no teu coração, me dê o céu,
seja minha canção.
O amor é a razão de viver,
o amor é bem mais que sonhar,
é o cheiro que enlouquece,
é o gosto de mel na boca
é a vida sorrindo e cantando
na luz do luar.
É a poesia, escrita no peito,
é o meu coração, ao som da canção,
querendo te amar.
Mulher, mulher, doce paixão no ar,
caminho indizível na minha emoção,
onde estiver, esta no meu coração.
Ter você é meu sonho de paz,
é meu ninho de amor e muito mais
você me traduz o certo, me dá o carinho em verso,
é a rima perfeita do amor no meu cantar.
Max Denarde
sexta-feira, 11 de junho de 2010
sábado, 22 de maio de 2010
IMAGEM
A imagem do tempo é perversa
nos faz estrangeiros de si
por dentro o tempo não passa
por fora maltrata a estampa.
O que mais o tempo machuca,
é o amor que não mora no tempo
para alguns a idade aparenta
para outros a idade lamenta.
É a idade da imagem consciente
que afasta e maltrata o vivente
quem diz que só pode se amar
gente da idade da gente.
O sonho sempre é o mesmo,
a intensidade não muda
o tempo só é mais consciente,
mais sábio e inteligente.
Max Denarde
nos faz estrangeiros de si
por dentro o tempo não passa
por fora maltrata a estampa.
O que mais o tempo machuca,
é o amor que não mora no tempo
para alguns a idade aparenta
para outros a idade lamenta.
É a idade da imagem consciente
que afasta e maltrata o vivente
quem diz que só pode se amar
gente da idade da gente.
O sonho sempre é o mesmo,
a intensidade não muda
o tempo só é mais consciente,
mais sábio e inteligente.
Max Denarde
quinta-feira, 22 de abril de 2010
quarta-feira, 14 de abril de 2010
FALANDO DE COISAS
Estava lendo alguns e-mails, e em época de Eleição, a internet é um campo livre para exposições de idéias, pichações eleitoreiras, propagandas desse ou daquele candidato. O que acho interessante são as “malhações” enfoques contidos nestes e-mails. O eleitor do candidato, digamos numero 1 me manda mensagens, comentando erros do candidato numero 2 e numero 3, e assim sucessivamente, e quando se trata de qualidades do seu candidato, citam uma quantidade de diplomas ou de feitos que bem sei não são corretos.
Claro que não vou fazer como um dos meus amigos ao qual repassei um desses emails por descuido, e era justamente uma daquelas gozações contra o seu candidato.
Resposta: Por favor, não me envie mais e-mails, pois você está muito mal informado sobre este candidato que vai ser o melhor Presidente que o País já teve, pois sofreu muito nas mãos dos militares para nos dar a liberdade que temos..., e por ai vai (claro que antes de escrever ele esqueceu que existe uma tecla no computador de nome delete, ou uma outra que diz lixo)
Paciência, fazer o que, um amigo que se distancia por paixões políticas, nada contra, cada um na sua.
Mas fico pensando, como certas pessoas são aguerridas nesta época, apaixonadas politicamente ao ponto de afirmarem coisas que ouviram, mas sem certeza nenhuma, e juram que é verdade.
Outro dia recebi um e-mail com uma crônica de uma jornalista, não lembro o nome, mas contava que ao chegar de Brasília, tomou um taxi e logo o taxista foi puxando conversar, ao confirmar que ela chegava de Brasília, começou a desfiar uma quantidade de desmandos existentes na capital do País, citando com conhecimento todas as mazelas políticas exercidas, conta ela que notou que o cidadão, tomou o caminho mais longo, botou bandeira 3 no taxímetro (ela não tinha malas) e não tinha nota fiscal no final da corrida alegando que tinha terminado.
Essa crônica me deu bem a imagem do povo Brasileiro, como é fácil apontar os erros alheios para continuar cometendo os seus, claro que nem todos são assim, mas a grande maioria já cometeu as suas, poucos são os que devolvem o troco a mais, mas viram feras quando são enganados, sem falar na atenção e respeito a idosos, cuidados com as crianças, deficientes físicos etc.
Estão tão habituados a este estilo de vida, que nem se dão conta quando jogam lixo no chão.
Estava eu pela rua e vi uma moça e o namorado (supus que era) passeando com um cachorro. O animal fez suas necessidades na calçada, ela pegou um saco plástico e colheu as fezes; o rapaz que estava com ela fez uma gozação tipo “tu te presta pra isso, ninguém faz”.
Aqui com meus botões penso, quantas vezes fiz isso ou aquilo sem me dar conta que estava errado, mas aos poucos a consciência vai aflorando e a gente vai melhorando.
Quando penso que o Brasil tem só 500 anos, e para desenvolver uma boa consciência coletiva é preciso educação e dignidade, sei que a caminhada é longa porque precisamos nos conhecer melhor, mas em fim este é o nosso Pais, é a nossa casa, são as nossas coisas.
Max Denarde
Claro que não vou fazer como um dos meus amigos ao qual repassei um desses emails por descuido, e era justamente uma daquelas gozações contra o seu candidato.
Resposta: Por favor, não me envie mais e-mails, pois você está muito mal informado sobre este candidato que vai ser o melhor Presidente que o País já teve, pois sofreu muito nas mãos dos militares para nos dar a liberdade que temos..., e por ai vai (claro que antes de escrever ele esqueceu que existe uma tecla no computador de nome delete, ou uma outra que diz lixo)
Paciência, fazer o que, um amigo que se distancia por paixões políticas, nada contra, cada um na sua.
Mas fico pensando, como certas pessoas são aguerridas nesta época, apaixonadas politicamente ao ponto de afirmarem coisas que ouviram, mas sem certeza nenhuma, e juram que é verdade.
Outro dia recebi um e-mail com uma crônica de uma jornalista, não lembro o nome, mas contava que ao chegar de Brasília, tomou um taxi e logo o taxista foi puxando conversar, ao confirmar que ela chegava de Brasília, começou a desfiar uma quantidade de desmandos existentes na capital do País, citando com conhecimento todas as mazelas políticas exercidas, conta ela que notou que o cidadão, tomou o caminho mais longo, botou bandeira 3 no taxímetro (ela não tinha malas) e não tinha nota fiscal no final da corrida alegando que tinha terminado.
Essa crônica me deu bem a imagem do povo Brasileiro, como é fácil apontar os erros alheios para continuar cometendo os seus, claro que nem todos são assim, mas a grande maioria já cometeu as suas, poucos são os que devolvem o troco a mais, mas viram feras quando são enganados, sem falar na atenção e respeito a idosos, cuidados com as crianças, deficientes físicos etc.
Estão tão habituados a este estilo de vida, que nem se dão conta quando jogam lixo no chão.
Estava eu pela rua e vi uma moça e o namorado (supus que era) passeando com um cachorro. O animal fez suas necessidades na calçada, ela pegou um saco plástico e colheu as fezes; o rapaz que estava com ela fez uma gozação tipo “tu te presta pra isso, ninguém faz”.
Aqui com meus botões penso, quantas vezes fiz isso ou aquilo sem me dar conta que estava errado, mas aos poucos a consciência vai aflorando e a gente vai melhorando.
Quando penso que o Brasil tem só 500 anos, e para desenvolver uma boa consciência coletiva é preciso educação e dignidade, sei que a caminhada é longa porque precisamos nos conhecer melhor, mas em fim este é o nosso Pais, é a nossa casa, são as nossas coisas.
Max Denarde
terça-feira, 6 de abril de 2010
ESTRADA DE NÓS
Aprendi que suportar dores faz parte da vida,
Entendi que compreender as pessoas é uma conseqüência,
Descobri que mágoas, rancores, raiva trazem a doença,
Vi que prejudicar outros faz mal a consciência,
Soube que não se deve querer o que não nos pertence,
Vivenciei o devaneio da mentira e o produto que ela gera,
Traduzi a injustiça como covardia no decorrer da existência,
Colhi os frutos da imprudência na ansiedade das causas.
Essas coisas que a experiência nos ensina, também assustam,
Porque na construção ética de cada individuo, somos livres,
Únicos em nossos julgamentos e formação moral.
O que fazer quando entendemos que nossa capacidade de compreensão
está no limite Tênue entre a aceitação e a reação?
Como saber se nossa indignação é fruto da fraqueza moral
ou merece atenção de uma atitude concisa?
Descobri que a reação faz parte do medo do desconhecido.
Então somos mascates de nossas ações,
Vendemos o que temos e compramos adereços que nos servem,
Na reação ao desconhecido usamos tudo o que compramos,
E o medo se torna indigesto, porque nos desnudamos
E o pior pavor é nos olharmos e reconhecer quem somos.
Que bom que estamos crescendo moralmente, e a cada momento
estamos descobrindo uma nova imagem de nós, melhor e mais consciente.
E a cada conquista de nós, o medo enfraquece e vai desaparecendo.
Já apreendi muito, mas me falta entender os motivos,
por isso me sinto ainda no inicio de minha jornada.
Max Denarde
Entendi que compreender as pessoas é uma conseqüência,
Descobri que mágoas, rancores, raiva trazem a doença,
Vi que prejudicar outros faz mal a consciência,
Soube que não se deve querer o que não nos pertence,
Vivenciei o devaneio da mentira e o produto que ela gera,
Traduzi a injustiça como covardia no decorrer da existência,
Colhi os frutos da imprudência na ansiedade das causas.
Essas coisas que a experiência nos ensina, também assustam,
Porque na construção ética de cada individuo, somos livres,
Únicos em nossos julgamentos e formação moral.
O que fazer quando entendemos que nossa capacidade de compreensão
está no limite Tênue entre a aceitação e a reação?
Como saber se nossa indignação é fruto da fraqueza moral
ou merece atenção de uma atitude concisa?
Descobri que a reação faz parte do medo do desconhecido.
Então somos mascates de nossas ações,
Vendemos o que temos e compramos adereços que nos servem,
Na reação ao desconhecido usamos tudo o que compramos,
E o medo se torna indigesto, porque nos desnudamos
E o pior pavor é nos olharmos e reconhecer quem somos.
Que bom que estamos crescendo moralmente, e a cada momento
estamos descobrindo uma nova imagem de nós, melhor e mais consciente.
E a cada conquista de nós, o medo enfraquece e vai desaparecendo.
Já apreendi muito, mas me falta entender os motivos,
por isso me sinto ainda no inicio de minha jornada.
Max Denarde
segunda-feira, 5 de abril de 2010
sexta-feira, 2 de abril de 2010
A VIDA
Quando o dia não for bom,
Ou algo te incomodar,
Lembre-se,
pequenas coisas mal resolvidas
contaminam uma vida.
A alegria é o lenitivo das dores,
E o sorriso, emulsão pras feridas,
O perdão, é a luz que fortalece
E a fé é a qualidade de vida.
Quando penso nas dores
E nos desequilíbrios,
Logo me deparo com fugas
Para aliviar meus sentidos.
Mas dor não se resolve com fugas
Alivia, mas não cura,
O sentido da dor é terapêutica,
Nos ensina a ler a bula.
O mal é um sinal de alerta
Que trás o desconforto,
Desde a injustiça ao aborto,
De obrigações passageiras.
A experiência é de grande ajuda
Pra quem ousa olhar horizontes,
Mas mudanças na cor de seus olhos
É vitrine, vazio vislumbrante.
Mas existem momentos na vida
Que nada nos cura da dor
Não existe formula vendida,
Só a fé, carinho e amor.
Max Denarde
Ou algo te incomodar,
Lembre-se,
pequenas coisas mal resolvidas
contaminam uma vida.
A alegria é o lenitivo das dores,
E o sorriso, emulsão pras feridas,
O perdão, é a luz que fortalece
E a fé é a qualidade de vida.
Quando penso nas dores
E nos desequilíbrios,
Logo me deparo com fugas
Para aliviar meus sentidos.
Mas dor não se resolve com fugas
Alivia, mas não cura,
O sentido da dor é terapêutica,
Nos ensina a ler a bula.
O mal é um sinal de alerta
Que trás o desconforto,
Desde a injustiça ao aborto,
De obrigações passageiras.
A experiência é de grande ajuda
Pra quem ousa olhar horizontes,
Mas mudanças na cor de seus olhos
É vitrine, vazio vislumbrante.
Mas existem momentos na vida
Que nada nos cura da dor
Não existe formula vendida,
Só a fé, carinho e amor.
Max Denarde
segunda-feira, 29 de março de 2010
GNOMOS
GNOMOS
Por todos os cantos espalham saber,
Gnosi, Gnomos, difíceis de ver,
nas casas, nos campos, jardins e florestas,
em todas as arestas aparam viver.
Chamados de sábios elementos da terra,
a mão do equilíbrio,de plantas e minerais,
se mostram contentes alegres viventes,
pras flores, pras frutas, bosques e animais.
Adoram amoras, morangos, cerejas,
basta uma bandeja de frutas ou mel,
do ventre da terra, elementos vibrantes
são seres de Ghob, e Arcanjo Uriel.
Max Denarde
Max Denarde
domingo, 28 de março de 2010
SUICIDIO
Quando a gente vive
na superfície da vida
nas paixões repentinas
e emoções descabidas,
tudo em volta são anseios,
nada basta, tudo foge,
toda esperança é um dilema,
tudo em si é incompleto.
A busca escurece a verdade,
e nós, que deveríamos ser inicio e fim,
só vivemos o entre tanto.
sem partida nem chegada.
Quantas simples melodias,
tem o sabor de um orgasmo.
quantas fugas da rotina,
levam-nos ao espasmo.
cego, bitolado, desatinado,
ganhastes uma vida.
faz dela o melhor de si,
encontre a razão do teorema.
Descobre a resposta, é teu jugo,
pois tu que criastes o problema,
só tu conheces a dor,
responda esse teu dilema.
(à um amigo querido)
Max Denarde
na superfície da vida
nas paixões repentinas
e emoções descabidas,
tudo em volta são anseios,
nada basta, tudo foge,
toda esperança é um dilema,
tudo em si é incompleto.
A busca escurece a verdade,
e nós, que deveríamos ser inicio e fim,
só vivemos o entre tanto.
sem partida nem chegada.
Quantas simples melodias,
tem o sabor de um orgasmo.
quantas fugas da rotina,
levam-nos ao espasmo.
cego, bitolado, desatinado,
ganhastes uma vida.
faz dela o melhor de si,
encontre a razão do teorema.
Descobre a resposta, é teu jugo,
pois tu que criastes o problema,
só tu conheces a dor,
responda esse teu dilema.
(à um amigo querido)
Max Denarde
GAIVOTA
Sem saber o porquê a gaivota voou,
no vazio do espaço no ventre do ar,
foi em busca do sol ou quem sabe do mar,
não se sabe por que ela pôs-se a voar.
pela estrada do céu, sorridente luar,
enfeitou-se de estrelas, pra vê-la passar,
tantas cores pintadas, luzes coloridas,
foi-se então madrugada, para o dia raiar
nasceu na canção, e se fez melodia,
floriu na razão e se pôs a voar,
no sopro do vento tal qual ventania,
livre ousadia brincou de cantar.
gaivota menina, tu és colombina,
sem dono, sem sina, alegria me trás
teu brilho reluz no pingar da neblina,
teu vôo seduz e me enche de paz.
Max Denarde
no vazio do espaço no ventre do ar,
foi em busca do sol ou quem sabe do mar,
não se sabe por que ela pôs-se a voar.
pela estrada do céu, sorridente luar,
enfeitou-se de estrelas, pra vê-la passar,
tantas cores pintadas, luzes coloridas,
foi-se então madrugada, para o dia raiar
nasceu na canção, e se fez melodia,
floriu na razão e se pôs a voar,
no sopro do vento tal qual ventania,
livre ousadia brincou de cantar.
gaivota menina, tu és colombina,
sem dono, sem sina, alegria me trás
teu brilho reluz no pingar da neblina,
teu vôo seduz e me enche de paz.
Max Denarde
terça-feira, 23 de março de 2010
VIVER
Andar por ai sem rumo definido
na intensidade do ser e do sentir
viver a cada novo sentimento
sonhar e se embriagar a cada vã momento.
E tudo que a vida oferece
merecer e possuir ao seu contentamento,
ser força e se entregar a seu arrebatamento,
desde o sino da aurora ao por de sol sonolento.
Cantar os hinos dos sonhos
e marcar-se de existência
tudo que a vida nos dá
devolver a sua essência.
E tarde, quando chegar a hora,
valer a pena o sorriso,
sobreviver é preciso
renascer a cada aurora.
Max Denarde
na intensidade do ser e do sentir
viver a cada novo sentimento
sonhar e se embriagar a cada vã momento.
E tudo que a vida oferece
merecer e possuir ao seu contentamento,
ser força e se entregar a seu arrebatamento,
desde o sino da aurora ao por de sol sonolento.
Cantar os hinos dos sonhos
e marcar-se de existência
tudo que a vida nos dá
devolver a sua essência.
E tarde, quando chegar a hora,
valer a pena o sorriso,
sobreviver é preciso
renascer a cada aurora.
Max Denarde
PONTO DE VISTA
vivo sonhando,
sentindo o perfume
e a beleza da vida.
vivo cantando,
feliz por ser util
que seja pra mim.
as perdas são sobras,
tudo se renova,
e as novas serão,
sobras tambem.
não existe passado,
futuro ou presente,
existe o que temos
na nossa frente.
o nada é relativo,
por si já é algo,
o amor é convicto,
o medo complexo.
Max Denarde
sentindo o perfume
e a beleza da vida.
vivo cantando,
feliz por ser util
que seja pra mim.
as perdas são sobras,
tudo se renova,
e as novas serão,
sobras tambem.
não existe passado,
futuro ou presente,
existe o que temos
na nossa frente.
o nada é relativo,
por si já é algo,
o amor é convicto,
o medo complexo.
Max Denarde
segunda-feira, 22 de março de 2010
sábado, 20 de março de 2010
MISERICORDIA
Novamente estou saindo, de outro terremoto,
Aquele aguaceiro danado, em meio a trovoadas,
Ansiedade, carências, destemperos,
Tudo em forma de emboscada.
Não é certo, ainda sinto as fisgadas no meu peito,
Mas confesso não tem jeito, isso é parte da receita,
Que cura a mão esquerda, mas entorta a direita.
Coisa rara é ver sentido em promessas rotineiras,
Tudo é doce nos ouvidos pra quem sofre de cegueira,
Infelizmente o coração é cego, nasce assim de bobeira.
Vai no tato aprendendo a brincar a brincadeira.
To voltando a vida ativa, to deixando o ostracismo,
Estou revigorado, bem mais forte e otimista,
Aprendi que não tem jeito, o negocio é ir andando,
Esfolando, esquivando, mas continuar navegando.
Tenho as dores do passado, como chagas pra lembrar,
Mas também o lenitivo para os males acalmar,
Vou seguir essa jornada, outra estrada, outro mar,
Navegar é ir pra frente, pra conseguir se encontrar,
Não há mar que eu não dome, e nem mal sem uma cura,
Tudo está na coragem e na decisão madura,
Sentir é um verbo indiscreto, complexo, sem moldura,
Mas sem ele não há destino, nem uma rota é segura.
Max Denarde
Aquele aguaceiro danado, em meio a trovoadas,
Ansiedade, carências, destemperos,
Tudo em forma de emboscada.
Não é certo, ainda sinto as fisgadas no meu peito,
Mas confesso não tem jeito, isso é parte da receita,
Que cura a mão esquerda, mas entorta a direita.
Coisa rara é ver sentido em promessas rotineiras,
Tudo é doce nos ouvidos pra quem sofre de cegueira,
Infelizmente o coração é cego, nasce assim de bobeira.
Vai no tato aprendendo a brincar a brincadeira.
To voltando a vida ativa, to deixando o ostracismo,
Estou revigorado, bem mais forte e otimista,
Aprendi que não tem jeito, o negocio é ir andando,
Esfolando, esquivando, mas continuar navegando.
Tenho as dores do passado, como chagas pra lembrar,
Mas também o lenitivo para os males acalmar,
Vou seguir essa jornada, outra estrada, outro mar,
Navegar é ir pra frente, pra conseguir se encontrar,
Não há mar que eu não dome, e nem mal sem uma cura,
Tudo está na coragem e na decisão madura,
Sentir é um verbo indiscreto, complexo, sem moldura,
Mas sem ele não há destino, nem uma rota é segura.
Max Denarde
sexta-feira, 19 de março de 2010
BÁSICO
Sinto a tua ausência,
esse vazio todo cheio de saudade,
uma vontade de apagar dos meus sentidos..
mas reconheço, ainda ouço teus gemidos.
Onde morrer esse sentir tão tormentoso?
como matar essa ausência sufocante?
e me invado e te expulso e me socorro,
e você volta de repente, tão presente.
Queria eu poder rasgar essa saudade,
mas não sei onde tu habitas ou te escondes,
me desnudei, te procurei, perdi a calma,
lavei a alma, até gritei, mas não respondes.
Este poder que se rebela sobre mim
e nada estanca esta ferida latejante.
porque me nego, renegado de você
e me consumo em tristeza sufocante.
Como ser grade em minha própria prisão,
me socorrer é te manter em compaixão.
não vejo fim, nem recomeço na ilusão,
e me conforto e me conformo na razão.
Às vezes sóbrio eu te nego em comunhão,
mas logo bebo e me embriago de paixão,
então me calo, dilacero o coração,
e descompasso, nem me acho, solidão.
Como querer e não querer te encontrar
te ver sem ver já é difícil suportar,
dois hemisférios, e uma grande compulsão,
dois indivíduos em tremenda confusão.
Max Denarde
esse vazio todo cheio de saudade,
uma vontade de apagar dos meus sentidos..
mas reconheço, ainda ouço teus gemidos.
Onde morrer esse sentir tão tormentoso?
como matar essa ausência sufocante?
e me invado e te expulso e me socorro,
e você volta de repente, tão presente.
Queria eu poder rasgar essa saudade,
mas não sei onde tu habitas ou te escondes,
me desnudei, te procurei, perdi a calma,
lavei a alma, até gritei, mas não respondes.
Este poder que se rebela sobre mim
e nada estanca esta ferida latejante.
porque me nego, renegado de você
e me consumo em tristeza sufocante.
Como ser grade em minha própria prisão,
me socorrer é te manter em compaixão.
não vejo fim, nem recomeço na ilusão,
e me conforto e me conformo na razão.
Às vezes sóbrio eu te nego em comunhão,
mas logo bebo e me embriago de paixão,
então me calo, dilacero o coração,
e descompasso, nem me acho, solidão.
Como querer e não querer te encontrar
te ver sem ver já é difícil suportar,
dois hemisférios, e uma grande compulsão,
dois indivíduos em tremenda confusão.
Max Denarde
quinta-feira, 18 de março de 2010
quarta-feira, 17 de março de 2010
O VIOLÃO
Ser músico é uma benção de Deus,
ser compositor então, é uma responsabilidade divina,
nascer com o dom da arte é como poder ver o paraíso
estando só separado pelo corpo físico.
quando o desequilíbrio emocional me invade,
ali esta o violão para expulsa-lo,
quando estou só, ele sempre se faz presente.
quando a emoção soluça, o violão me acalanta
quando quero ser livre ele me liberta,
quando quero sonhar ele me acompanha,
quando quero relembrar, ele é saudade,
ser musico é uma arte, ser arte é ser livre,
ser livre é estar de bem com a música,
com o sonho, com a felicidade,
com a vida e consigo mesmo.
Max Denarde
ser compositor então, é uma responsabilidade divina,
nascer com o dom da arte é como poder ver o paraíso
estando só separado pelo corpo físico.
quando o desequilíbrio emocional me invade,
ali esta o violão para expulsa-lo,
quando estou só, ele sempre se faz presente.
quando a emoção soluça, o violão me acalanta
quando quero ser livre ele me liberta,
quando quero sonhar ele me acompanha,
quando quero relembrar, ele é saudade,
ser musico é uma arte, ser arte é ser livre,
ser livre é estar de bem com a música,
com o sonho, com a felicidade,
com a vida e consigo mesmo.
Max Denarde
SAUDADE

SAUDADE
Que bem faz a Saudade,
que me invade em atropelo,
tumultua meu silêncio,
sem cuidado nem zelo.
Que forças têm essas lembranças,
que cruzam a linha do tempo,
abalando a calmaria,
alimentando a esperança.
Já se foram muitos anos,
depois do ultimo carinho,
mas ainda te ouço calado,
às vezes choro sozinho.
Me fecho em desespero,
tranco portas e janelas,
trago o peito sufocado,
assim mesmo penso nela.
Dizem que o tempo e a distância,
são os remédios pra alma,
a solução do dilema,
que aflige nossa calma.
Mas que dimensão tem o tempo,
no sentido da Saudade,
qual é o espaço preciso,
pra atenuar a verdade.
Cansado com esse conflito,
sem nexo, lógica ou certeza,
eu mato a Saudade no peito
acabo com essa moleza.
Mas logo, mais tarde ela volta,
qual namorada faceira,
zombando dos meus desatinos,
não respeitando porteiras.
Saudade é um aperto no peito,
da partida até a volta,
mas como entender a saudade,
que se vai e não tem volta.
Max Denarde
terça-feira, 16 de março de 2010
O POETA
Ser um sol, não resta duvida,
um mar eu recomendo,
voar é para os pássaros,
que passeiam pelo vento.
Queria ver a lua,
nos braços de quem ama,
feliz como uma rosa,
na poesia cigana.
Nos versos destemidos,
verdades de um poeta,
olhar umedecido,
sentido que desperta.
No amor é como a flor,
que linda se faz beleza,
o poeta que nos diga,
a sensação da natureza.
Esse universo interior,
onde se criam receitas,
onde tudo se transforma,
cada dia é uma eleita.
Esses olhos cor de mel,
ou castanhos sentimentos,
esse azul da maresia,
quase um sol de encantamento.
O poeta vê o externo,
com o interno de sua alma,
troca cores vê sentidos
pra harmonizar sua calma.
Faz do vento um redemoinho,
para criar em sua beleza,
mas também faz precipícios,
pra realçar sua tristeza.
O poeta é um pintor,
que com palavras benditas,
cria imagens pitorescas,
pra realçar o sentido da vida.
Max Denarde
um mar eu recomendo,
voar é para os pássaros,
que passeiam pelo vento.
Queria ver a lua,
nos braços de quem ama,
feliz como uma rosa,
na poesia cigana.
Nos versos destemidos,
verdades de um poeta,
olhar umedecido,
sentido que desperta.
No amor é como a flor,
que linda se faz beleza,
o poeta que nos diga,
a sensação da natureza.
Esse universo interior,
onde se criam receitas,
onde tudo se transforma,
cada dia é uma eleita.
Esses olhos cor de mel,
ou castanhos sentimentos,
esse azul da maresia,
quase um sol de encantamento.
O poeta vê o externo,
com o interno de sua alma,
troca cores vê sentidos
pra harmonizar sua calma.
Faz do vento um redemoinho,
para criar em sua beleza,
mas também faz precipícios,
pra realçar sua tristeza.
O poeta é um pintor,
que com palavras benditas,
cria imagens pitorescas,
pra realçar o sentido da vida.
Max Denarde
domingo, 14 de março de 2010
sábado, 13 de março de 2010
MARIA
Que instrumento é esse,
Que sopra tua voz,
Numa fragrância infinita
E alerta meus ouvidos.
Invadindo como desejo,
Na melodia profunda,
Arrepiando meus pelos,
E a sensatez moribunda.
Que formula consagrada,
Que não tem vínculos ou estradas,
Que esta presente nas aguadas,
Pra socorrer os apelos.
Esse tom que inebria e acalma
Que cura, abastece e salva,
Que fortalece o espírito,
E ilumina minha alma.
Te escuto dentro de mim,
Construindo meu destino
Sei que sou um teatino,
De melodia andeja.
E por ser eu um latino,
Sou também o teu rebento,
Filho da flor e do vento,
Como tantos campesinos.
Abençoe minha vida,
Cure as dores e feridas,
Minha casa é tua casa,
Minha vida é tua vida.
Max Denarde
Que sopra tua voz,
Numa fragrância infinita
E alerta meus ouvidos.
Invadindo como desejo,
Na melodia profunda,
Arrepiando meus pelos,
E a sensatez moribunda.
Que formula consagrada,
Que não tem vínculos ou estradas,
Que esta presente nas aguadas,
Pra socorrer os apelos.
Esse tom que inebria e acalma
Que cura, abastece e salva,
Que fortalece o espírito,
E ilumina minha alma.
Te escuto dentro de mim,
Construindo meu destino
Sei que sou um teatino,
De melodia andeja.
E por ser eu um latino,
Sou também o teu rebento,
Filho da flor e do vento,
Como tantos campesinos.
Abençoe minha vida,
Cure as dores e feridas,
Minha casa é tua casa,
Minha vida é tua vida.
Max Denarde
TEMPO TEMPO TEMPO
Pensei que a raiz do problema
morasse nas causas perdidas
mas vi que indigesto dilema
custara três quartos de vida
não sei se encontrei o que busco
mas vi que encontrei mais rabiscos
depois descobri a tal custo
que o tempo é completo e justo.
O vale de nossas conquistas
aguarda na fila das somas
e a sombra de nossas derrotas
se afoga num vale de lama
Depois que o tempo era findo
descobri a razão do equilíbrio
nem bom nem ruim são derrotas
nem belas as nossas conquistas
tudo é questão de momento
sensação que se sente da vida
como o vento que traz o aroma
ou prazer de uma boa comida
viver é fazer o melhor
todo dia é uma nova chegada
amanhã, o hoje é passado
e levou todo o certo e o errado.
Max Denarde
morasse nas causas perdidas
mas vi que indigesto dilema
custara três quartos de vida
não sei se encontrei o que busco
mas vi que encontrei mais rabiscos
depois descobri a tal custo
que o tempo é completo e justo.
O vale de nossas conquistas
aguarda na fila das somas
e a sombra de nossas derrotas
se afoga num vale de lama
Depois que o tempo era findo
descobri a razão do equilíbrio
nem bom nem ruim são derrotas
nem belas as nossas conquistas
tudo é questão de momento
sensação que se sente da vida
como o vento que traz o aroma
ou prazer de uma boa comida
viver é fazer o melhor
todo dia é uma nova chegada
amanhã, o hoje é passado
e levou todo o certo e o errado.
Max Denarde
SER FELIZ
Ser feliz é nadar num lago desconhecido,
é merecer cada momento como se fosse o ultimo,
é sobreviver a angustia de uma espera,
é vencer o tempo com sabedoria.
.
Ser feliz é viver todos os dias com um sorriso no rosto,
não importa à hora, não importa a chuva,
não importa a mágoa nem seus limites.
nem a lagrima que rola e vai embora.
Ser feliz é ter coragem,
é aventurar-se pelo improvável,
é descobrir-se todos os dias,
é superar-se a cada instante.
Ser feliz pode ser um momento,
pra quem tem medo de ser feliz,
pra quem acorda pensando no ontem,
sem acordar pra o que tem pela frente.
Em fim, ser feliz é um estado de espírito,
uma sensação gostosa de se merecer,
um olhar atento aos seus pensamentos,
uma razão de paz ao seu contentamento.
Ser feliz é ser louco sem muita certeza de ser,
é ser livre e flexível, é ser móvel e aromático
ser feliz é ser estranho que se estranha de si,
mas que acima de tudo, ser feliz é saber-se único.
Max Denarde
é merecer cada momento como se fosse o ultimo,
é sobreviver a angustia de uma espera,
é vencer o tempo com sabedoria.
.
Ser feliz é viver todos os dias com um sorriso no rosto,
não importa à hora, não importa a chuva,
não importa a mágoa nem seus limites.
nem a lagrima que rola e vai embora.
Ser feliz é ter coragem,
é aventurar-se pelo improvável,
é descobrir-se todos os dias,
é superar-se a cada instante.
Ser feliz pode ser um momento,
pra quem tem medo de ser feliz,
pra quem acorda pensando no ontem,
sem acordar pra o que tem pela frente.
Em fim, ser feliz é um estado de espírito,
uma sensação gostosa de se merecer,
um olhar atento aos seus pensamentos,
uma razão de paz ao seu contentamento.
Ser feliz é ser louco sem muita certeza de ser,
é ser livre e flexível, é ser móvel e aromático
ser feliz é ser estranho que se estranha de si,
mas que acima de tudo, ser feliz é saber-se único.
Max Denarde
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